Temidas desde os primórdios da humanidade, as serpentes têm alimentado mitos, lendas e medos na humanidade, isso provocou sua Demonização em diversas culturas, e mesmo hoje, diante à tantas evidências científicas atestando a importância desses animais, quer seja no equilíbrio ecológico ou fornecendo matéria prima para produção de diversos medicamentos e produtos de saúde, elas ainda despertam asco e fascínio!
As serpentes desempenham um papel fundamental no equilíbrio ecológico, pois se trata de um personagens estratégico na cadeia alimentar, afinal ela é predador e presa de várias espécies.
Serpentes são répteis que apresentam o corpo alongado, revestido por escamas assim como os lagartos,mas nota-se algumas diferenças fundamentais entre esses dois grupos, como , por exemplo, as serpentes não têm patas e nem pálpebras. As serpentes,como os demais répteis, necessitam de fontes externas de calor para regular a temperatura do seu corpo e, por isso, são chamadas de animais ectotérmicos. Uma característica muito importante deste grupo são as modificações cranianas. Há uma fraca ligação entre os ossos da boca, que permite a abertura ampla e a captura de presas muito maiores que o diâmetro do corpo.
Existem animais que semelhantes às serpentes, mas pertencem a outros grupos, como por exemplo,a cobra-de-duas-cabeças (anfisbenídeo), a cobra-de-vidro (lacertílio) ou a cobra-cega (anfíbio). As serpentes podem ser encontradas em
praticamente todos os ambientes. Algumas têm hábitos arborícolas, ou seja, vivem em árvores; outras são terrícolas, vivem sobre o solo; também existem serpentes chamadas
fossoriais, que vivem em galerias no solo e buracos. Não podemos esquecer as que
vivem em rios e lagoas, as aquáticas ou semi-aquáticas, e um pequeno grupo de espécies que vivem nos oceanos Índico e Pacífico – as serpentes marinhas. Essa grande variedade de habitats permitiu que elas ocupassem quase o planeta, com exceção dos polos, topos frios de grande montanhas e fossas marinhas.

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